[Azure] Máquinas Virtuais

Fala Galera,

Continuando nossa série de artigos sobre Cloud Computing e Microsoft Azure, hoje vamos ver um pouco sobre as máquinas virtuais que podemos criar no Azure.

Um dos serviços mais básicos que um vendor de  cloud computing pode disponibilizar para seus clientes é o de  criação de máquinas virtuais.

Atualmente o Azure tem suporte para vários sistemas operacionais, por exemplo:

capturar

Se você preferir, e além da apenas a máquina virtual “crua”, você também quiser que um software específico venha instalado, há a opção de utilizar imagens pré-existentes de sistemas operacionais com uma solução já prontos para serem usados..
Discutimos um pouco do licenciamento desde modelo aqui.

capturar

Basicamente uma maquina virtual na Azure é composta por três recursos:

  • Recursos Computacionais
  • Storage
  • Network

Existem vários tipo tamanhos para as máquinas virtuais na Azure. Dependendo da quantidade disponível de um recuso eles são enquadrados em uma “série” específica. exemplos:
Série A – Máquinas básicas
Série D
Série DS: 16+ cores | 112+ GB RAM | 224+ SSD | 512MB/s Largura de Banda
Série G
Série GS: 16+ cores | 448+ GB RAM | 896+ SSD | 2GB/s Largura de Banda

Os tamanhos são muitos e sempre adicionam novas séries. Eu gosto de olhar sempre aqui para me atualizar.

E, para que tenhamos sucesso na hora de dimensionar a máquina que precisaremos contratar antes de fazer uma migração pra núvem,  a Microsoft nos disponibiliza o calculador de DTU: http://dtucalculator.azurewebsites.net/
E se você não tiver um ambiente on-premise para coletar essas informações? Bem, aí você pode usar uma das mais importantes (e legais) características de máquinas na nuvem: Resizing. (a.k.a: tentativa e ajuste)

Modos de Deploy

Quando criamos uma máquina no Azure, precisamos que ela seja  implantada com base em um modelo de deploy; Atualmente existem dois tipos:

  • Classic
  • Azure Resource Manager (ARM)

De modo geral o que muda de um para o outro é a forma como se controla os recursos computacionais da máquina; No modelo clássico estes recursos são gerenciados individualmente e no ARM eles podem ser gerenciados em grupo em grupos de recursos.

obs: Atualmente não há um modo de converter uma VM criada no modelo clássico para o ARM. 😦

Modos de Licenciamento

Quando vamos migrar um sistema existente ou novo para a nuvem, precisamos levar em conta os modelos de licenciamento das tecnologias que vamos fazer uso.
No caso de máquinas virtuais, se você optar pola instalação default de um S.O um preço será pago.

  • Por tempo de utilização (SO + RDBMS): Uma VM é criada já com uma imagem do SO e do SQL Server (versões disponíveis). Neste modelo a licença do Windows e do SQL Server já estão embutidas no preço.
  • Por tempo de utilização (SO) + Licença Existente: Uma VM do Windows é criada e a instalação é de responsabilidade do administrador da máquina; Esta abordagem possui significativas vantagens, já que há mais flexibilidade com relação a qual versão do Windows e do SQL Server usar.

 

Conclusão

Máquinas virtuais no Azure são bem parecidas com o modelo já existente na maioria das empresas.
O grande desafio, a meu ver,  está na hora de dimensionar corretamente a máquina, permitindo assim que seu cliente ou empregador economize $.

 

Por agora é isso galera.
[]’s

Piroto

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Sobre dhiegopiroto
Graduando em Sistemas de Informação, apaixonado por tecnologia, literatura e musica. Possui experiencia com desenvolvimento em T-SQL, XML, XSD e administração de bancos de dados SQL Server; Detém os titulos de MCP e MCTS SQL Server 2008.

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