[Azure] SQL Azure

Fala Galera,
Seguimos em frente falando do MS Azure, mais especificamente do SQL Azure (FINALMENTE!)

Bem, possivelmente agora você já tem uma ideia de que o MS Azure é composto por uma gama gigante de tecnologias não correlatas ao assunto: Banco de Dados. Como o enfoque principal do Blog do Piroto é tratar de assuntos relacionados justamente a este tema que tanto me atrai, nós ficaremos mais envolvidos com o SQL Azure.
O SQL Azure é a  solução de banco de dados em nuvem da Microsoft como serviço.

[Update] Em alguns momentos, eu vou sim tratar de outros assuntos; ex: publicação de um website no Azure (já fiz e é bem fácil). Porém, em um primeiro momento, este não será o foco.

Em geral temos dois modos de utilizar o SQL Server no Azure.

  1. IaaS: Instalado em uma máquina virtual (bem similar ao modelo on-primise que a maioria das empresas usa) e todas as tarefas administrativas, de segurança, de cuidado para manter o serviço no ar continuam sendo de responsabilidade do DBA.
    Não sabe o que é uma VM no Azure? Clique aqui.
  2. PaaS: Usado como um serviço. Isso significa que toda a responsabilidade por manter o serviço no ar, integro, redundante e seguro é do time Microsoft e você, como cliente, somente precisa contratar o tier* de serviço que mais se adéqua a sua necessidade. Este modelo é ideal para a maioria dos desenvolvedores ou negócios que querem focar no desenvolvimento de suas aplicações e não na administração do ambiente.

E é nesse segundo modelo que grande parte dos próximos posts vai seguir.

Vantagens de contratar o SQL Azure?

  • Escalabilidade:  Escalar o poder de processamento do hardware é simples e requer , na maioria das vezes, alguns poucos clicks.
  • Gerenciamento: A equipe de TI da Microsoft é responsável  por aplicar atualizações e realizar manutenções nas máquinas, deixando essa parte administrativa longe dos olhos do contratante.
  • Alta disponibilidade: A Microsoft garante que seu DB que caso exita um problema, um failover automático irá acontecer e evitar quaisquer possíveis indisponibilidade para sua base de dados.
  • Ferramentas: Seus devs não vão precisar aprender uma gama de novas ferramentas para usar o SQL Azure; O acesso ainda pode ser feito direto pelo SSMS, pelo Visual Studio (2010+), ADO.NET ou Entity Framework.

Ainda falando de alta disponibilidade, a Microsoft garante um SLA (Service Level Agreement) de ao menos 99.99% para o SQL Azure; Ou seja, 43 minutos por mês de outage.
Mais detalhes sobre SLAs aqui

Service Tiers

Antes de sairmos criando o nosso serviço do SQL Azure, vamos fazer uma breve introdução as tiers de máquina que você pode contratar.
Os service tiers são grupos de máquinas, separados por capacidade de processamento, que você precisa escolher quando cria um serviço no Azure.

Atualmente tempos três tipos, são eles:

  • Basic
  • Standard
  • Premium

Cada uma das opções possui diferenças nos níveis de performance entre aos contratantes. Além da tiers, você deve escolher a capacidade de processamento que será entregue a um único serviço de banco de dados (também pode ser compartilhada entre várias bases  através do elastic pool).
Database Transaction Unit (DTU) foi a medida que a Microsot encontrou para estimar o workload de um servidor e facilitar a contratação de um correspondente na nuvem. O número de DTUs disponíveis varia de 5 a 1750.

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Se ainda tem dúvidas sobre os DTUs e como Calcula-los: Clique Aqui

 

Segurança

O SQL Azure pode ser acessado, basicamente, de duas maneiras: Via internet e via Windows Azure VM.
Uma séria de validações é realizadas por uma capada de firewall, por exemplo:

  • O IP que está tentando acessar o SQL está liberado? (No caso de uma máquina interna do Azure você pode usar o IP “0.0.0.0”, para liberar acesso)
  • Usuário + Senha

 

Pessoas,
Até agora a linha dos posts foi mais voltada a dar uma base teórica sobre Cloud Computing e Azure. A partir do próximo post vou me voltar a algo mais prático.

Espero que estejam gostando 🙂

 

Referências

Microsoft Azure Essentials: Migrating SQL Server Database to Azure.

https://blogs.msdn.microsoft.com/igorpag/2015/12/05/sql-server-in-azure-compare-paas-sqldb-and-iaas-virtual-machine/ 

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[Azure] Máquinas Virtuais

Fala Galera,

Continuando nossa série de artigos sobre Cloud Computing e Microsoft Azure, hoje vamos ver um pouco sobre as máquinas virtuais que podemos criar no Azure.

Um dos serviços mais básicos que um vendor de  cloud computing pode disponibilizar para seus clientes é o de  criação de máquinas virtuais.

Atualmente o Azure tem suporte para vários sistemas operacionais, por exemplo:

capturar

Se você preferir, e além da apenas a máquina virtual “crua”, você também quiser que um software específico venha instalado, há a opção de utilizar imagens pré-existentes de sistemas operacionais com uma solução já prontos para serem usados..
Discutimos um pouco do licenciamento desde modelo aqui.

capturar

Basicamente uma maquina virtual na Azure é composta por três recursos:

  • Recursos Computacionais
  • Storage
  • Network

Existem vários tipo tamanhos para as máquinas virtuais na Azure. Dependendo da quantidade disponível de um recuso eles são enquadrados em uma “série” específica. exemplos:
Série A – Máquinas básicas
Série D
Série DS: 16+ cores | 112+ GB RAM | 224+ SSD | 512MB/s Largura de Banda
Série G
Série GS: 16+ cores | 448+ GB RAM | 896+ SSD | 2GB/s Largura de Banda

Os tamanhos são muitos e sempre adicionam novas séries. Eu gosto de olhar sempre aqui para me atualizar.

E, para que tenhamos sucesso na hora de dimensionar a máquina que precisaremos contratar antes de fazer uma migração pra núvem,  a Microsoft nos disponibiliza o calculador de DTU: http://dtucalculator.azurewebsites.net/
E se você não tiver um ambiente on-premise para coletar essas informações? Bem, aí você pode usar uma das mais importantes (e legais) características de máquinas na nuvem: Resizing. (a.k.a: tentativa e ajuste)

Modos de Deploy

Quando criamos uma máquina no Azure, precisamos que ela seja  implantada com base em um modelo de deploy; Atualmente existem dois tipos:

  • Classic
  • Azure Resource Manager (ARM)

De modo geral o que muda de um para o outro é a forma como se controla os recursos computacionais da máquina; No modelo clássico estes recursos são gerenciados individualmente e no ARM eles podem ser gerenciados em grupo em grupos de recursos.

obs: Atualmente não há um modo de converter uma VM criada no modelo clássico para o ARM. 😦

Modos de Licenciamento

Quando vamos migrar um sistema existente ou novo para a nuvem, precisamos levar em conta os modelos de licenciamento das tecnologias que vamos fazer uso.
No caso de máquinas virtuais, se você optar pola instalação default de um S.O um preço será pago.

  • Por tempo de utilização (SO + RDBMS): Uma VM é criada já com uma imagem do SO e do SQL Server (versões disponíveis). Neste modelo a licença do Windows e do SQL Server já estão embutidas no preço.
  • Por tempo de utilização (SO) + Licença Existente: Uma VM do Windows é criada e a instalação é de responsabilidade do administrador da máquina; Esta abordagem possui significativas vantagens, já que há mais flexibilidade com relação a qual versão do Windows e do SQL Server usar.

 

Conclusão

Máquinas virtuais no Azure são bem parecidas com o modelo já existente na maioria das empresas.
O grande desafio, a meu ver,  está na hora de dimensionar corretamente a máquina, permitindo assim que seu cliente ou empregador economize $.

 

Por agora é isso galera.
[]’s

Piroto

[Cloud] Microsoft Azure

Fala Galera,

Continuando nossa série de artigos sobre Cloud Computing, hoje não vou abordar um assunto comum ao tema Cloud. Focarei especificamente na solução para computação em nuvem da Microsoft: O Microsoft Azure.

O que é o Microsoft Azure?

“O Microsoft Azure é uma plataforma destinada à execução de aplicativos e serviços, baseada nos conceitos da computação em nuvem

Wikipédia

 

Na verdade ele vai bem além de simplesmente isso. O Azure tem uma grande quantidade de pequenos serviços, que ele disponibiliza para atender as necessidades de seus clientes.
Quer trabalhar com Hadoop? Azure tem HD Insights
Que tal criar um web-site? Use o Azure Web Application
Iot? Machine Learning? Armazenar dados de maneira não estruturada? uma solução para TUDO ISSO  e muito mais pode ser encontrado no Azure.

No key note do Build 2016, um dos eventos mais importantes da comunidade Microsoft, alguns números foram informados pelo Scott Guthrie, vice presidente da divisão de cloud computing da MS (twitter), são bem animadores.

Azure Momentum

 

e também mostrou que mais de 85% das 500 maiores empresas, listadas pela Forbes Magazine, utiliza o Microsoft Azure.

Azure Customers

Sem dúvidas a ida para ambientes em nuvem, híbridos ou não, é uma tendência irreversível. Cabe a nós, profissionais de T.I nos atualizarmos e saber como utilizar mais essa nova ferramenta no nosso arsenal.

Por hora é isso!

[]’s
Piroto

 

Referências

Microsoft Azure Essentials Migrating SQL Server Data bases

Build 2016 Key Note –

 

 

 

[Cloud] Modelos de Cloud

Fala Galera,

Continuando a nossa série sobre Cloud Computing (posts anteriores), vamos discutir um pouco sobre os três modelos de computação em nuvem existentes. Entender estes modelos te ajudará a planear qual utilizar em cada estágio do cliclo de vida da sua organização.

Rede Pública: O provedor do serviço é responsável por fornecer toda a infra-estrutura, que é compartilhada com outros usuários, e disponibiliza-la para acesso via internet. Este modelo é ideal para pequenas empresas que precisam direcionar seus recursos financeiros para a evolução do core do negócio e não em infra-estrutura de TI.

Rede Privada: Toda a infra-estrutura é compartilhada por uma única empresa ou grupo específico. Ideal para empresas de médio/grande porte que possuem alto volume de dados sigilosos sendo armazenados e trafegados; Geralmente é utilizado por coportações que sofrem regulamentações específicas. É o modelo mais caro dos três.

Rede Híbrida: Este modelo é o mais comumente utilizado pelo mundo corporativo, onde um híbrido entre máquinas on-premise e máquinas/serviços em nuvem é criado. Pode ser implementado para extender as capacidades computacionais do ambiente local ou para criar um site de DR (disaster recovery), por exemplo .

E aí? Qual a que mais se encaixa no seu cenário? Deixe nos comentários 🙂

[]’s

Piroto

[Cloud] Siglas, siglas em todo lugar

Fala Galera,

Para aqueles que são novatos no fantástico mundo de cloud computing, com certeza já se depararam com uma sopa de letrinhas gigantesca e que, no inicio, torna a aprendizagem um pouco massante. (PaaS, SaaS, IaaS, STaaS, MaaS, CaaS, BCaaS) wooow!

O intuito deste primeiro post é: Definir algumas terminologias básicas quando falamos de cloud computing.

Mas, antes de tudo, o que é o tal do “Cloud Computing” ?
Quando falamos em Cloud Computing (ou só “Cloud”), estamos nos referindo a possibilidade de retirar um software ou um componente arquitetural de uma solução (ou toda ela) de um ambiente on-premise, coloca-lo na internet e fazer o pagamento conforme o uso.
A vantagem disso? O custo de manter um ambiente on-premise é bem alto: Eletricidade, refrigeração, hardware, pessoas etc; Pense em uma pequena empresa, onde TI não é o core. Vale a pena para ele fazer todos estes investimentos?
Se  eu tivesse que definir em 3 palavras eu diria: Economia, Escalabilidade e Alta Disponibilidade (quatro palavras 😦   )

Você pode estar se perguntando:
-“Piroto, minha empresa faz esse tipo de “virtualização”. Cloud é só um nome bonitinho para algo que está no mundo de TI a muito tempo?”
Não exatamente. Virtualização é um dos componentes que fazem parte do Cloud Computing mas está bem longe de ser o todo.
O que está mais próximo à virtualização clássica que conhecemos é o IaaS (definição a seguir).

 

Alphabet Soup

Os primeiros acrônimos  que escutamos quando entramos no mundo de cloud são: Saas, PaaS e IaaS. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens, tudo depende da natureza e estratégia do seu negócio.

IaaS – Infrastructure as a Service
Permite a um usuário criar maquinas virtuais, baseadas em uma lista de pré-existentes imagens,  conforme sua necessidade; Neste caso toda a administração, instalação de softwares, atualizações, é executada pelo cliente final.

PaaS – Plataform as a Service
Não há acesso direto a uma máquina virtual, mas sim a uma plataforma.
Por exemplo: Azure SQL e Azure Web Sites. Um desenvolvedor acessaria uma URL de um serviço na nuvem e, a partir daí, conseguiria publicar conteúdo ou criar sua base de dados e tabelas; Não precisando se importar com atualizações de versão, instalação de softwares adicionais ou qualquer outro tipo de administração que um ambiente demandaria; Basta consumir o serviço. O resultado é que o  desenvolvedor pode focar no que ele realmente está ali para fazer: Desenvolver.

SaaS – Software as a Service
O SaaS em nosso dia-a-dia e muitas vezes nem notamos. Ele tem a característica de disponibilizar um serviço e, toda a estrutura por trás do serviço é gerida pelo seu fornecedor; Você não precisa instalar um programa na sua máquina local, você pode acessa-lo por um browser ou um thin client. Exemplo? Onedrive, Onenote, Xbox Live, Outlook.com
A imagem 1 exemplifica bem as fronteiras que cada categoria de serviço segue.

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Imagem 1 (azure.microsoft.com)

Além destas três principais siglas posso citar, por exemplo:

  • STaaS: Storage as a Service
  • MaaS: Monitoring as a Service
  • SECaaS: Security as a Service
  • DRaaS: Disaster Recovery as a Service
  • e muitos outros

No momento não vamos focar nestes serviços. Com o tempo vamos ver cada um deles =)

Por hora é isso galerinha.

[]’s

Piroto

[Cloud] How to and Tips

Fala Galera,
Tudo bem com vocês?

Estou iniciando hoje uma série de posts sobre nosso querido SQL Azure. Comecei a me envolver com várias demandas de SQL Server em nuvem (paas) tanto em Azure e no Amazon RDS, contudo darei mais foco ao primeiro. A ideia da série de posts veio seguindo alguns pedidos e visando repetir o sucesso que os tutoriais de Integration Services fizeram. Não viu? Click aqui.

Espero que vocês gostem!

ah, feedbacks são bem vindos 🙂

Abraços.

 

[SQL Saturday 570] Apresentação e Demo

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Fala Galera,

No sábado final de semana (08/10) tivemos a edição 570 do SQL Saturday. Foi minha primeira vez como palestrante em um evento desse porte e, com o perdão da palavra, foi FODA!
Esse post é para agradecer que pode comparecer ao evento e a minha palestra. Tive muitos feedbacks legais: tanto pro lado positivo, quanto ao de coisas a serem melhoradas. Tudo devidamente anotado.
Aos que quiserem o material utilizado na apresentação aqui

Abraço a todos!

Piroto

 

 

 

Alex Souza

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